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Modelos animais


Numa escala de compexidade crescente, dar o salto ao estudo do comportamento e efeitos (desejados ou não) de um fármaco potencial num organismo mais complexo que uma célula, requer um passo final de ensaio destes compostos em organismos modelo (vermes, moscas, ratos). Conscientes da necessidade destos ensaios prévios, a comunidade científica internacional e a opinião pública, está comprometida em minimizar o uso destes estudos. Para isso, é necessário obter a maior quantidade de informação possível de cada indivíduo, assim como a poder realizar um seguimento no espaço de tempo mais longo possível.

O desenvolvimento de técnicas cada vez menos invasivas y mais multiparamétricas, está a marcar o desenvolvimento dos modernos analisadores de equipamentos para animal  in vivo. Com sistemas semelhantes aos usados em “diagnóstico por imagem” em humanos, mas com a sofisticação que permite trabalhar com precisão em organismos muito mais pequenos, e portanto mais difíceis, como um rato de laboratório.

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CT/PET/SPET

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Imagem Pré clínica "in vivo"

TC-PET-SPECT

O estudo do desenvolvimento de uma patologia, assim como as possíveis soluções da mesma, requer uma fase de estudo "in vivo" em modelos animais de experimentação. Numa primeira fase, em pequenos animais, é possível obter dados com valor estatístico suficiente para continuar a escalar o processo.

TC:  Tomografia axial computorizada.

Método de diagnóstico, baseado em emissões de raios X em cortes milimétricos perpendiculares ao eixo longitudinal do indivíduo ou animal. Fornece informação anatómica de grande relevância.

A evolução desta tecnologia foi incrível, passando de imagens adquiridas através de uma única exposição à obtenção de imagens helicoidais baseadas numa aquisição volumétrica, o que permite sairmos do plano axial tradicional para extrapolar os dados a qualquer outro plano.

A combinação de PET com o TC aumenta notavelmente a precisão na localização de um tumor, sendo o futuro em medicina translacionar e clínica.  Usar equipamentos que permitam o corregisto de imagens obtidas com diferentes tecnologias sem mover o paciente ou o animal da mesa de exame.

SPECT : Tomografia computorizada por emissão de fotões individuais.

Técnica de diagnóstico de medicina nuclear que utiliza raios gama produzidos por isótopos radioativos para obter imagens bidimensionais que se podem combiar para formar imagens em 3D. Estas imagens são funcionais e podem captar as alterações moleculares que ocorrem, enquanto se obtém por meio de gama, as quais apresentam vários detetores. 

Os radionuclídeos que se usam são os mesmos que se utilizam em gama câmaras planares.

Os principais usos do SPECT são em patologia óssea e em transtorno vasculares cerebrais e cardíacos.

PET : Tomografia por emissão de positrões.

Técnica de diagnóstico usada em medicina nuclear. Necessita da injeção intravenosa, oral ou por inalação de um radiofármaco cuja distribuição tridimensional no organismo é analisada.

Este radiofármaco emite positrões que se aniquilam com eletrões, originando assim dois fotões por cada positrão que são capturados e quantificados com a ajuda de uma câmara com detetores colocados em anéis que se situam à volta do paciente ou animal. O número de anéis pode variar até 20. Os detetores são cristais de cintilação de número atómico elevado que emitem luz quando recebem o impacto dos dois fotões gerados pelo radiofármaco.

Fornece principalmente informação fisiológica, estrutural e portanto metabólica e bioquímica do órgão examinado

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